Sobre as Sombras na Aquarela

Tudo começou com as nuvens.

A ideia surgiu da necessidade de mostrar a evolução de uma pesquisa feita sobre monocromia através da técnica da aquarela e colagem.

Foi à partir do meu olhar nas nuvens que surgiu o "momento sombras na aquarela". Após a escolha do suporte, as imagens começaram a brotar em minha mente de forma aleatória, de modo claro e objetivo, facilitando o desenvolvimento do trabalho. O fundo branco do papel, muitas vezes em destaque, realça as nuances e sobreposições das camadas, contrastando tons claros e escuros, assim como a luminosidade, algumas vezes oscilante, mais ou menos intensa, que brinca, sugerindo formas, movimentos e até mesmo sensações, destacando as características da aquarela aliada à colagem.

As inúmeras possibilidades que o tema oferece, associadas à técnica, tráz como resultado a simplicidade da proposta que, destacando a cor pura, em contraste com o papel, evidencia um grande prazer em criar.

Aline Hannun

8 de setembro de 2012

 
 


Exposição com obras do Vaticano chega a São Paulo em setembro

“Todos os caminhos levam a Roma”, diz o ditado. E, se chegando a Roma, fica fácil de conhecer o Vaticano. Mas nem todos podem ir até lá. Ou, se já foram, gostariam de ir novamente. Sobretudo para apreciar as obras de arte ali expostas.
 
A exposição Esplendores do Vaticano: Uma Jornada Através da Fé e da Arte que chega a São Paulo, na Oca do Parque Ibirapuera, no dia de 21 de setembro vai ajudar a resolver esse “problema”.
 
Cerca de 200 obras e relíquias vindas do Vaticano poderão ser vistas na mostra incluindo obras e itens pessoais de Michelangelo e obras de Guercino. Alguns deles nunca foram mostrados ao público.

Esplendores do Vaticano



Retrato de Cristo com a Coroa de Espinhos (A Verônica de Guercino), de Giovanni Francesco.
 
Além das obras-primas de artistas como Michelangelo, Guercino e Bernini, serão expostos vestimentas, relicários, mapas, documentos e ambientes cenograficamente recriados, como o teto da Capela Sistina.  A maioria sai do Vaticano pela primeira vez.

Entre as peças em destaque estão a tela A Virgem Maria com o Menino Jesus entre São Pedro e São Paulo.



A Virgem Maria com o Menino Jesus entre São Pedro e São Paulo.

Poderão ser vistas também obras e peças como A Virgem Maria com o Menino Jesus e livro nas mãos (pintura de Guercino) Trono Pontifício do Papa Pio XI, manto do Papa João Paulo II, tijolo do túmulo de São Paulo, além de fragmentos reais de ossos de São Pedro e São Paulo.

As coleções serão organizadas em 11 galerias e em ordem cronológica. Entre os destaques estão a tela Retrato de Cristo com a Coroa de Espinhos (A Verônica de Guercino), do artista Giovanni Francesco Barbieri, conhecido como Guercino (1591-1666).

No segundo andar da Oca, é exibida uma projeção da Capela Sistina e uma visita virtual à obra, com detalhes dos afrescos monumentais pintados por Michelangelo, além de vídeos que mostram detalhes da arquitetura e dos locais mais famosos do mundo.



O compasso de Michelangelo

Antes de chegar ao Brasil, a mostra passou pelos Estados Unidos onde foi vista por 1,5 milhão de visitantes.

A curadoria é de Monsenhor Roberto Zagnoli, padre italiano de Ravenna, que trabalhou durante 15 anos como Diretor do Departamento de Etnologia dos Museus do Vaticano.

Esplendores do Vaticano: Uma Jornada Através da Fé e da Arte. 


Onde: Parque Ibirapuera - Av. Pedro Alvares Cabral, s/nº, SP.
Quando: De 21/9 até 23/12. Seg. a sex. das 10h às 20h; sáb. e dom. das 9h às 19h.
Quanto: R$ 44 (normal) e R$ 52 (com hora marcada).
Informações. www.ticketsforfun.com.br



6 de setembro de 2012



Itaú Cultural e Lygia Clark apresentam grande retrospectiva paulistana.


Além de trabalhos consagrados da artista, a retrospectiva também trará obras inéditas e reproduções.
 
Lygia Clark injetou vida na obra de arte ao tirar suas peças da parede e fazer tudo se desdobrar no espaço, trepar pelos cantos até desabrochar no corpo em suas propostas sensoriais.
 
Alçada ao posto de musa do neoconcretismo, Clark, consagrada no circuito global e com mostra marcada para 2014 no MoMA, em Nova York, tem no mês de setembro uma grande retrospectiva no Itaú Cultural, uma das maiores exposições entre as paralelas à Bienal de São Paulo.
 
Na mostra, são apresentadas pinturas da artista feitas em Paris nos anos 1950, ainda com a influência do cubismo, aos poucos dão lugar à redução cromática das telas que fez no retorno ao Brasil, quadrados negros separados de outros quadrados negros por um corte na superfície.
 

 
Lygia Clark
 
"Ela domina a pintura, com uma visão de cor muito rica", diz Paulo Sérgio Duarte, um dos curadores da mostra. "Mas quando ela faz essa redução, uma radicalização cromática, passa a repensar a pintura como um todo."
 

 
Lygia Clark 5
 
Lygia Clark - nas artes visuáis - foi um nome central na transição do moderno para a arte contemporânea. No lugar do quadro estático, inaugurou uma presença física no espaço, peças que se descolam da parede, sem moldura.

"Na verdade, o que eu queria era expressar o espaço em si mesmo e não compor dentro dele", escreveu a artista. "A superfície bidimensional, na qual o trabalho precisa ser criado, só adquire significado quando é em si mesmo a expressão do espaço."
 

 
Lygia Clark 2
 
Também na escultura. Clark desdobra seus ângulos e arestas no Casulo, chapas de metal dobrado ainda presas à parede, e depois no Bicho, série que se multiplicou numa fauna pontiaguda.

"Ele tem afinidade com o caramujo e a concha. É um organismo vivo, uma obra atuante." Lygia Clark descreveu assim o Bicho, a escultura metálica articulada, que toma feições distintas quando manipulada.
 

 
Bichos - Lygia Clark - 1960
 
Mais tarde, suavizou as linhas no Trepante, formas metálicas em espiral, e na Obra Mole, peças de borracha que serpenteiam pelo espaço e ao redor do corpo.  
 

 
Trepante - Lygia Clark 1965
 
Na sequência, Clark criou uma série de performance art, com o público dentro da obra, entre elas um túnel de tecido a ser atravessado pelo visitante.
 
O conjunto mostra a forma coerente pela qual o trabalho de Lygia se desenvolveu, numa abordagem cada vez mais completa dos sentidos e num envolvimento crescente do público. Logo no primeiro dos três andares pelos quais as obras estão dispostas, estará  A Casa É O Corpo, instalação de oito metros que convida os visitantes a percorrê-la e remete às experiências da penetração, ovulação, germinação e nascimento. No mesmo andar, pinturas das décadas de 1940 e 1950, no começo da carreira da artista. 
 
A série Bichos lhe rendeu o prêmio de melhor escultura nacional na VI Bienal de São Paulo. Na exposição, estarão presentes tanto originais quanto réplicas à disposição dos visitantes.
 
No dia 15 de setembro, Jards Macalé, que foi amigo de Lygia, realiza um show no Auditório Ibirapuera em homenagem à artista e lançamento do CD “Jards” – também sob os cuidados do Itaú Cultural.
 
Onde: Av. Paulista, 149, SP, (próximo à estação Brigadeiro do metrô), tel (11) 2168-1776
Quando: de 1/09 às 12h até 11/11, de 3ª a 6ª das 9h às 20h, sáb e dom das 11h às 20h.
Entrada gratuíta
www.itaucultural.org.br

 
Curiosidades sobre Lygia Clark
 
A artista plástica mineira Lygia Clark, nascida em Belo Horizonte em 1920, numa tradicional família mineira, esqueceu tudo o que aprendera no colégio de freiras Sacre-Coeur depois que resolveu virar pintora, em 1947. Naquele ano, mudou-se para o Rio, decidida a estudar pintura com Roberto Burle Marx. Até juntar-se ao amigo e também artista plástico Hélio Oiticica, na década de 50, não ousava em sua arte. Com Oiticica, entretanto, aventurou-se em grupos de vanguarda como o Frente, de Ivan Serpa, e os neoconcretos, que incluíam o poeta Ferreira Gullar.
 
"Detesto ler, gosto mais é de encher a cara e jogar biriba", dizia Lygia. Definitivamente, não era uma mulher como as outras de seu tempo. Casou virgem aos 18 anos, com o engenheiro Aloisio Ribeiro, e foi mãe de três filhos. Mas o tempo passou e Lygia foi se dedicando cada vez mais ao trabalho, até que foi devidamente recompensada, nos anos 60, quando ganhou reconhecimento internacional. Não como pintora, é verdade, mas por suas experiências terapêuticas.
 
Clark acreditava que arte e terapia psicológica andavam de mãos dadas. Tanto que, com base em objetos manuseáveis que criava ou recolhia da natureza, como balões de ar, sacos de terra, água e até pedras, pensava ter o dom de curar os males da alma. Certa feita, uma aluna entrou em transe profundo e caiu desmaiada, durante uma das sessões da arteterapia de Lygia, na Sorbonne, em Paris, na década de 70. Dando graças a Deus que não era nada grave, a artista explicou que a jovem não tinha o preparo psicológico necessário para suportar os exercícios de sensibilização e relaxamentos, que "liberavam os conteúdos reprimidos e a imaginação" dos alunos.
 
Aqueles instrumentos, que nas mãos de Lygia assumiam poderes imprevisíveis, eram chamados por ela de Objetos Sensoriais. Tais objetos nunca foram vistos por bons olhos por psicanalistas franceses e brasileiros, porque ela não tinha formação acadêmica na área. Lygia, por sua vez, não deixava ninguém sem resposta. Comprava briga com qualquer um que ousasse falar mal de seu trabalho, que tinha por trás conceitos dos mais sofisticados, elaborados por ela mesma.

Corajosos eram os que se atreviam a frequentar suas sessões de arteterapia na década de 70. Segundo Lygia, seu método para a "liberação dos conteúdos reprimidos" era tão eficiente que homossexuais viravam heterossexuais e vice-versa. Nessa mesma época, Clark rejeitou o rótulo de artista e exigiu ser chamada de "propositora". Deu aulas na Sorbonne, de 1972 a 1977, e voltou ao Brasil em 1978 para dar consultas particulares. Dez anos depois, morreu de parada cardíaca. Estava com 68 anos e deixou uma legião de seguidores que não se cansam de reinventar sua arte.

"Penso que o meu caminhar é maravilhoso, pois agora já não sei o que vem antes, se é a arte em forma de proposições ou a vida que, de repente, se despenca dentro de mim e me traz esse estado de supersensibilidade!". Lygia Clark, 1970.


 

5 de setembro de 2012

 
 
 
Detalhe da obra "Transfiguração" - Rafael Sanzio - 1518/20
 

 Desenho de Rafael vai a leilão por entre US$ 16 e US$ 24 milhões.


Um desenho importante do artista renascentista italiano Rafael Sanzio será colocado à venda em dezembro com um preço estimado entre 10 e 15 milhões de libras (16 e 24 milhões de dólares), anunciou a casa de leilões Sotheby's nesta terça-feira.

A obra "Cabeça de um Apóstolo", do século 16, é um estudo para a última pintura de Rafael, chamada "Transfiguração", em exposição no Museu Vaticano, em Roma. Medindo cerca de 38 por 28 centímetros, o desenho foi feito em giz preto.

 
"Cabeça de um Apóstolo" - 0,38 X0,28 cm - Rafael Sanzio
 

Apenas outros dois desenhos de Rafael do mesmo calibre foram leiloados nos últimos 50 anos, informou a Sotheby´s. Em 2009, o giz preto de Rafael "Cabeça de uma Musa" foi vendido por 29,2 milhões de libras na Christie's, de Londres.
 
 
"A Cabeça de uma Musa" - Rafael Sanzio
 
Atualmente parte da Devonshire Collection, em Chatsworth, "Cabeça de um Apóstolo" é um dos grandes desenhos de Rafael que permanecem em mãos privadas, informou a Sotheby´s. Agora ela está em exposição no Museu do Prado, em Madri, como parte de uma mostra das obras tardias de Rafael.

Serão leiloados ainda no dia 5 de dezembro em Londres dois manuscritos decorados datados da Idade Média, também da Devonshire Collection.

Um pouco sobre Rafael Sanzio
 
Rafael Sanzio foi um importante artista plástico italiano da época do Renascimento Cultural.
Nasceu na cidade de Urbino em 6 de abril de 1483 e morreu na cidade de Roma no dia 6 de abril de 1520. Destacou-se principalmente nas áreas da pintura e arquitetura. Sua arte foi reconhecida graças a suavidade e perfeição de suas obras. Apreendeu com seu pai a técnica do afresco ou pintura mural. Em seu ateliê Rafael elaborou sua primeira obra significativa, O Casamento da Virgem, de 1504. Em 1501 ele concluiu sua primeira produção, um altar para a Igreja de San Nicola da Tolentino. Neste mesmo ano ele segue para Florença, centro artístico onde se desenvolveram as carreiras de Michelangelo e Leonardo Da Vinci. Este gênio das artes exerceria profunda influência sobre sua obra. Em 1515 ele é oficializado como arquiteto do Vaticano, passando a coordenar a sequência dos trabalhos na Basílica de São Pedro.
Dizem que sua fama era tal que o papa cogitou transformá-lo em cardeal. Indicado para cuidar das antiguidades de Roma, em 1517, elaborou um mapa arqueológico desta cidade. Transfiguração, de 1517, foi sua última e importante obra.
 
 
 
"Autoretrato" - Rafael Sanzio
 
 
 
 
 


 
 
 

4 de setembro de 2012


Depois de vacas e rinocerontes, agora é a vez de porcos virarem arte nas ruas de São Paulo.
 
Dez deles estão espalhados desde 2 de setembro em pontos estratégicos da cidade. Lojas, lanchonetes, centros culturais e galerias como o Conjunto Nacional, na Avenida Paulista, abrigam os bichos.


 
Criação da artista plástica Saramello
 
Público poderá usar os porcos para sugerir propostas para a cidade.

Com 1,20 metro de altura, eles foram moldados em fibra de vidro e entregues brancos a artistas plásticos, grafiteiros e designers. Mas os CoinCs, como são chamados, não vão se limitar à criatividade dos artistas - dependerão também do público.

"Em cima de cada uma das esculturas, há uma abertura para que as pessoas depositem ali papéis com sugestões. É a chance que as pessoas têm de dizer o que a cidade pode mudar para que a vida delas melhore", conta Reinaldo Pamponet, de 40 anos, idealizador do projeto e fundador da itsNOON, rede social responsável pela exposição.

Os porcos foram expostos já com algumas mensagens de artistas. É que alguns deles resolveram inspirar o público. É o caso de Saramello, de 34 anos, que assina o porco do Conjunto Nacional. Entre flores e gotas de água, que compõem o fundo da obra, a pintora desenhou um macaco ouvindo gramofone. "O macaco é o animal mais próximo ao homem. Acho uma figura muito didática. E o gramofone representa, para mim, a nostalgia de coisas boas do passado. No meio de tanta evolução e modernidade, o homem está deixando de lado um pouco da sua essência."

Do outro lado do porco, Saramello estampou passarinhos que recolhem garrafas PET. "Resolvi desenhar essa cena porque tem muita gente que não leva a sério a reciclagem." O ateliê da artista, que fica em Pinheiros, está cheio de material para ser reciclado. Saramello transforma lixo em toy art. "Sei que faltam cooperativas com estrutura para reciclar material. Dentro do porco, coloquei um papel pedindo que a cidade tenha mais infraestrutura para esse serviço."

Já o porco que está na Matilha Cultural, no centro, tem como tema a honra. Grafiteira, Simone Sapienza, de 39 anos, pintou com a técnica de estêncil um porco de duas faces. De uma lado, o animal ganhou a cara do ator Marcello Mastroianni; do outro, da atriz Sophia Loren. O arremate foi no focinho, com um grande bigode.

Simone explica: "Houve um tempo em que os cavalheiros fechavam negócio não apenas com aperto de mão. Diziam que estavam selando o pacto com o fio do bigode." Desde que descobriu isso, ela divulga o bigode como símbolo de honra. "Quando as pessoas têm o discernimento do que é certo fazer, não são necessárias tantas leis e multas."

A produção mais solta é a do porco da galeria Urban Arts, no Shopping Iguatemi. Trata-se de uma obra feita por 20 crianças organizadas por André Diniz, dono da loja que depositou no porco o pedido. "Precisamos de mais ciclovias."

Os CoinCs ficam em exposição até o fim de setembro. Depois, as ideias serão tabuladas e entregues ao prefeito. "Também fechamos com parceiros que uma das ideias seja colocada em prática", promete Pamponet, da itsNOON.

 
Simone Sapienza expõe na Matilha Cultural.

Vejam a relação dos artistas plásticos que participaram da criação das obras de arte nos porcos e os locais que estão expostos. Catarinha Gushiken, Sara Melo, Mick Alive, Fabio de Almeida, Tiago Santiago, Camila Conti, Loro Verz, Juarez Fagundes, Simone Sapienza e Andre Diniz.

 
Itaú Cultural – Avenida Paulista, 149 – Bela Vista
Restaurante Le Jazz Pinheiros – Rua dos Pinheiros, 254 – Pinheiros
Matilha Cultural – Rua Rêgo Freitas, 542
FNAC Paulista – Avenida Paulista, 901, Térreo
Bar Pirajá – Avenida Brg. Faria Lima, 64 – Pinheiros
Conjunto Nacional – Avenida Paulista, 2073 – Cerqueira César
Restaurante Spot – Alameda Ministro Rocha Azevedo, 72 – Bela Vista
Galeria Urban Arts – Shopping Iguatemi – Avenida Brigadeiro Faria Lima, 2232
Lanchonete da Cidade – Rua Amauri, 334 – Itaim Bibi
Lanchonete da Cidade – Alameda Tietê, 110 – Jardim Paulista
 
 


3 de setembro de 2012

 





Jardim Botânico de Nova York: Uma das mais completas coleções botânicas das Américas.

 
Nova York, tem o incrível poder de sempre surpreender. A surpresa desta vez ficou por conta da exposição que procura “recriar” os famosos jardins de Monet no New York Botanical Garden, localizado no Bronx.
 

 
Criado em 1891, o New York Botanic Garden foi inspirado no majestoso Royal Botanic Garden de Kew nos arredores de Londres. Tombado como Patrimônio Histórico Nacional em 1967, é hoje uma das maiores e mais completas bibliotecas botânicas das Américas e dispõe dos mais avançados laboratórios de pesquisas botânicas do mundo,
 
Depois de uma viagem de quase 30 minutos de carro, chegamos ao local. O estacionamento custa U$ 15 por meio período.
 
A visita começa no Leon Levy Visitor Center, alí você compra o ingresso, encontra uma cafeteria e uma lojinha com livros botânicos, plantas souvenirs e afins. O visitante pode passear pela floresta a beira do Bronx River, único rio de água doce de Nova York, apreciar a beleza de inúmeros jardins e ainda desfrutar   de uma excelente música no conservatório. Tudo isso já seria maravilhoso, mas, o NY Botanical Garden oferece ainda mais, A Galeria The Arthur and Janet Ross Gallery and Lecture Hall apresenta uma exposição de fotografias dos Jardins de Giverny, de Monet, assim como duas de suas obras e a sua paleta de pintura.
  

 
O Jardim Botânico de Nova York recriou os famosos jardins de Giverny, na França, pintados pelo impressionista Claude Monet. São mais de 600 tipos de flores, como dedaleiras, lírios e delfínios, reunidos numa grande exposição, que vai até 21 de outubro.
  


Em meio a uma grande variedade de plantas e flores, o visitante é transportado até a casa e os jardins onde o artista viveu de 1883 até sua morte, em 1926.
 
 
Endereço: New York Botanical Garden, 2900 Southern Blvd.
Horário: Durante todo o ano de terça-feira a domingo das 10am às 6pm.
 
 
 
 
 

2 de setembro de 2012




Domingo dia de descanso, família, amigos, paz e reflexão.
 
 
Nada melhor do que algumas palavras de Clarice Lispector e as imagens dos meus dois últimos trabalhos. Espero que apreciem.
 
"Sou o que quero ser, porque possuo apenas uma vida e nela só tenho uma chance de fazer o que quero.
Tenho felicidade o bastante para fazê-la doce dificuldades para fazê-la forte,
Tristeza para fazê-la humana e esperança suficiente para fazê-la feliz.
As pessoas mais felizes não tem as melhores coisas,
elas sabem fazer o melhor das oportunidades que aparecem em seus caminhos."
Clarice Lispector
 
 
"Poema I" - Aline Hannun
 
 
"Poema II" - Aline Hannun
 

1 de setembro de 2012


Amigos do Blog

Não pude resistir... postei um pouco mais sobre essas meninas maravilhosas que compõe conjunto musical Choro das 3
 

  
Capa do CD "Meu Brasil, Brasileiro"
 
Um pouco do Choro das 3

Choro das 3 é um conjunto musical instrumental brasileiro de choro. Criado em 2002 e formado por Corina na flauta, Elisa no bandolim, Lia no violão, Adriano Andrade no cavaquinho e Eduardo Ferreira no pandeiro.

A história desta família mudou graças a um professor voluntário, o querido Marco Leite, que se dispôs a ensaiar um coral com a turma da primeira série onde a Corina (irmã mais velha) estudava. A Corina tinha 7 anos e estava sendo alfabetizada... mas eram as aulas de coral que ela esperava ansiosamente toda semana. No ano seguinte ela foi estudar música. Começou com a flauta doce na escola municipal de música da cidade e seu pai, Eduardo - que havia deixado o pandeiro a algum tempo - comprou um instrumento novo para acompanhá-la. "Papai sempre ouviu todos os tipos de música... E que bela discoteca ele montou pra nós! Jazz, Bossa Nova, Samba, Música Clássica, Rock... e um cd, apenas um CD de Choro, do flautista Altamiro Carrilho..."

Em 2002, descobriram os Chorões de São Paulo e as rodas de choro. Desde então a família sai no sábado de manhã da cidadezinha onde moram, a 120km da capital, e vão tocar e aprender com estes mestres da música. Desde 2002, as meninas começaram a desenvolver um trabalho de pesquisa e recuperação do choro, e já começam a colher frutos deste trabalho. Em 2008 lançaram Meu Brasil Brasileiro, pela Som Livre e foram premiadas pela Associação Paulista de Críticos de Arte, como o Melhor Grupo de 2008!
Não deixem de acessar o link e sintam todos os benefícios que uma boa música pode nos proporcionar.