Sobre as Sombras na Aquarela

Tudo começou com as nuvens.

A ideia surgiu da necessidade de mostrar a evolução de uma pesquisa feita sobre monocromia através da técnica da aquarela e colagem.

Foi à partir do meu olhar nas nuvens que surgiu o "momento sombras na aquarela". Após a escolha do suporte, as imagens começaram a brotar em minha mente de forma aleatória, de modo claro e objetivo, facilitando o desenvolvimento do trabalho. O fundo branco do papel, muitas vezes em destaque, realça as nuances e sobreposições das camadas, contrastando tons claros e escuros, assim como a luminosidade, algumas vezes oscilante, mais ou menos intensa, que brinca, sugerindo formas, movimentos e até mesmo sensações, destacando as características da aquarela aliada à colagem.

As inúmeras possibilidades que o tema oferece, associadas à técnica, tráz como resultado a simplicidade da proposta que, destacando a cor pura, em contraste com o papel, evidencia um grande prazer em criar.

Aline Hannun

9 de janeiro de 2014

Festival de esculturas em gelo e neve da China



O festival é competitivo e recebe artistas de diferentes países

Todos os anos, em janeiro, a cidade de Harbin, nordeste da China, recebe o Festival Internacional de Escultura em Gelo e Neve na qual diversos artistas constroem castelos e esculturas de gelo e neve, que recebem iluminação durante a noite.

Durante o evento, os visitantes podem andar pelas construções, que além da riqueza de detalhes, impressionam pelo tamanho.



Em 2007, uma obra do festival foi considerada a maior escultura de neve do mundo pelo Livro Guinness dos Recordes com 250 metros de comprimento e 8,5 metros de altura. A escultura é uma releitura das Cataratas do Niágara, no Canadá.



O festival acontece desde 1963 e foi interrompido durante a Revolução Cultural Chinesa e retomou as atividades em 1985. As temperaturas na cidade podem chegar a – 20ºC.
 
Assista um pequeno trecho do vídeo mostrando os escultores trabalhando











7 de janeiro de 2014

Stanley Kubrick no MIS - últimos dias



O MIS apresenta Stanley Kubrick, inédita na América Latina.
 
Realizada em parceria com a Mostra Internacional de Cinema, a exposição reúne a singularidade das obras e influências do diretor na trajetória do cinema mundial a partir de centenas de documentos originais, como materiais em áudio e vídeo e diversos objetos de cena, documentos e fotos utilizados em seus longas-metragens.

Stanley Kubrick é dividida em dezesseis ambientes apresentados em uma expografia inovadora concebida e adaptada pela direção do MIS, que proporciona uma experiência multisensorial inédita.



Nascido em 1928 em Nova York, Kubrick é autor de grandes clássicos do cinema, e reconhecido pelas inovações técnicas, diversidade e riqueza dos temas apresentados ao longo de sua carreira como fotógrafo, diretor, roteirista e produtor. Mesmo antes de começar a fazer filmes, enquanto trabalhava como fotógrafo para a revista Look na década de 1940, Kubrick demonstrou virtuosismo em suas composições, que caracterizaria suas realizações como um dos diretores mais inovadores entre as décadas de 1950 e 1990.

Mais do que trazer uma cronologia do artista, desde o início de sua carreira até os últimos filmes que concebeu, a exposição apresenta a singularidade de sua obra e suas influências em seções dedicadas aos clássicos como Lolita (1962), 2001: Uma Odisseia no Espaço (1968), Laranja Mecânica (1971) e O Iluminado (1980).
 


Além de produzir um catálogo exclusivo da exposição, o MIS é coeditor do livro Stanley Kubrick, de Michel Ciment (Cosac Naify), que foi lançado em outubro. Stanley Kubrick foi feita com recursos do Governo do Estado de São Paulo e conta com patrocínio do Itaú e da Sabesp.

Serviço

MIS - Exposição Stanley Kubrick

Última semana: até12/01/2014 de terças a sextas, das 12h às 21h; sábados das 10h às 22h; domingos e feriados das 11h às 20h

Quanto: R$ 6,00 (inteira) e R$ 3,00 (meia), à venda na recepção do MIS ou pelo site:
www.ingressorapido.com.br

Onde:
Museu da Imagem e do Som - MIS - Avenida Europa, 158 - Jardim Europa - S.P.

NOTA DE RODAPÉ: Neste último final de semana da mostra sobre Stanley Kubrick, a mostra terá horário estendido para visitação. Na sexta-feira (10) a exposição estará aberta das 12h até meia-noite. No sábado (11), o horário de visitas será das 10h às 3h do dia seguinte. E no domingo (12), último dia, a exposição reabre às 10h e se encerra às 23h.
 
Assista um pouco do documentário sobre a exposição 

 
 

6 de janeiro de 2014

CCBB de S. P. apresenta exposição de Art Pop

 
 
Aos leitores do blog, obrigada pelo prestigio em 2013, pelo interesse sobre as matérias, pelas dicas, críticas e principalmente pelo respeito ao meu trabalho.
2014 chegou e com ele muita fé e esperança em dias melhores, que mais crianças possam frequentar e aprender nas escolas e que tenhamos um tratamento de saúde digno para a população.
A criança respeitada hoje será um adulto mais consciente amanhã.
 
  
Falando em 2014, para começar bem o ano, nada como uma boa programação cultural.

 
MESTRES DA ART POP SERÃO EXPOSTOS EM S.P.
 
Depois dos impressionistas e renascentistas, que levaram filas imensas às portas do Centro Cultural Banco do Brasil, no centro de São Paulo, a próxima mostra do endereço pode ser pensada como um desfile das maiores estrelas da arte do século 20.
 
No fim de janeiro, o CCBB vai ser tomado por uma avalanche de arte pop, com obras dos americanos Andy Warhol, Jean-Michel Basquiat, Jasper Johns, Roy Lichtenstein e Robert Rauschenberg, os líderes do movimento que estourou nos anos 1960, e estrelas contemporâneas, como o alemão Gerhard Richter.

 
Robert Rauschenberg 
 
Querubins ensaiam um flerte angelical, brincando com um ursinho de pelúcia. Uma vitrine exibe esculturas de bolas de sorvete que nunca derretem --a banana split vista como Pietà. É como se os anjinhos de Jeff Koons e a sorveteria de Claes Oldenburg retratassem os vícios e virtudes da vida contemporânea.
 


Tela sem título pintada em 1984 pelos americanos Andy Warhol e Jean-Michel Basquiat

É um recorte de 74 obras da coleção do casal alemão Peter e Irene Ludwig, que juntos acumularam por volta de 20 mil peças hoje espalhadas por 12 museus mundo afora.

Só a seleção que vem a São Paulo está avaliada em cerca de R$ 500 milhões, e a mostra, orçada em R$ 4 milhões, vai exigir malabarismo logístico semelhante às últimas megaexposições no CCBB.

Mas em vez de Roma, como no caso dos renascentistas, ou Paris, com os impressionistas, as peças vêm de São Petersburgo, onde um museu recebeu uma doação de 300 obras dos Ludwig.



Peter e Irene Ludwig
 
Também nos mesmos moldes das mostras passadas, já está confirmada uma virada madrugada adentro na noite do vernissage, em 25 de janeiro, quando o museu ficará aberto sem interrupções desde a manhã de sábado até o fim da noite do domingo.

Isso porque leva tempo para ver as "maiores tendências" da arte do século passado, nas palavras de um dos curadores, Rodolfo Athayde.

Como o cubista Pablo Picasso nunca saiu da moda, a mostra inclui uma tela dele de 1969, feita quatro anos antes de sua morte. Exemplo tardio de sua produção, a peça não destoa do conjunto de obras pop e contemporâneas na exposição.
 

 
Le baiser - outono de 1969

Na tela, Picasso suaviza o cubismo que o consagrou ao mesmo tempo em que faz uma síntese nervosa entre estados de consciência, ou o retrato de um "mundo aos farrapos", nas palavras da curadora Evgenia Petrova, também à frente da mostra.

Gravitam em torno de Picasso uma série de peças que formam o "núcleo duro" da arte pop na exposição, entre elas um retrato de Peter Ludwig feito por Andy Warhol e uma enorme tela de Roy Lichtenstein, que retrata ruínas gregas e romanas no registro das histórias em quadrinhos.
 


Peter Ludwig por Andy Warhol

Famoso por replicar na pintura o pontilhado frágil da impressão dos gibis, Lichtenstein era obcecado por esses ícones da antiguidade e lastreava seu pensamento nesse rebaixamento da alta cultura para o universo pop.

Nessa mesma pegada, Rauschenberg misturou numa colagem signos do romantismo francês, como fragmentos de pinturas de Jean-Auguste Dominique Ingres, do século 19, com cadeiras e objetos banais do cotidiano.

 

The Turkish Bath of Ingres - 1967 de Rauschenberg

HOMENS E MULHERES

Mais adiante, uma tela de Warhol feita com seu discípulo, o grafiteiro Jean-Michel Basquiat, faz a ponte entre os pop norte-americanos e os neoexpressionistas alemães por sua rapidez e certa cacofonia intencional nos traços.

Na ala alemã está uma das obras mais poderosas da mostra --o painel de 48 retratos dos maiores pensadores da história do século 20 que Gerhard Richter construiu para a Bienal de Veneza em 1972.
 

 
48 Retratos de Gerhard Richter, óleo s/.papel  - 16X24 cm cada - 2011

Em chave hiper-realista, como se fossem fotografias, esses retratos de Richter, hoje o artista vivo mais caro do mundo, abriram a fase mais poderosa de sua obra que pensa a relação entre a técnica da pintura e a fotografia.

Também causaram polêmica por excluir as mulheres. Em contraponto, o austríaco Gottfried Helnwein, também na mostra, criou um painel com 48 retratos só de mulheres. Sua pintura monumental de uma menina, tela de seis metros de altura, ficará exposta no átrio do museu, como peça central da mostra.
 






 

17 de dezembro de 2013

Sucesso total "Continuum Design"



DEVIDO AO GRANDE SUCESSO O BAZAR NA CONTINUUM DESIGN CONTINUA ATÉ 23/12

O Natal está chegando e nada melhor do que presentear amigos e parentes com peças de arte e design.
 
Valorize o seu presente e a pessoa que receber se sentirá valorizada. Torne o seu presente inesquecível!
 
 
Jogo americano em lona reciclada de caminhão - Aline Hannun

Não percam o Bazar de Arte e Design da Continuum, lá você vai encontrar peças em pintura, aquarela e design feitos com materiais reciclados produzidos por seis artistas plásticas.
 
 
 
Pequeno Formato Flores - lona reciclada de caminhão, madeira de demolição, acrílica - 42X42 cm - Aline Hannun

 Bia Gueiros apresenta sua coleção de luminárias. Clara Marinho expões pratos e objetos em vidro moldado e pintado. Aline Hannun mostra opções de quadros e telas em pequenos formatos, jogos americanos e calendários em lona reciclada de caminhão. As aquarelas em papeis e tecidos ficam por conta de Silvia Fischetti. A ceramista e professora Dalila Nascimento trás iluminação e objetos de design em cerâmica. As rendas, xales e bijus feitos em látex são a marca registrada de Rita Agueira.
 
 
"Bispo do Rosário" - mista s/ lona reciclada de caminhão 53X53 cm  Aline Hannun

Tudo a preço de Bazar.

IMPERDÍVEL!!!

 
Continuum Design - Rua Fidalga, 516 - Vila Madalena
Dias 13 e 14 de dezembro das 11h ás 18h
 
 
 
 
 
 

10 de dezembro de 2013

A história de Caravaggio



Medusa

Michelangelo Merisi da Caravaggio: nasceu em Milão em setembro de 1571 e morreu em Porto Ercole em julho de 1610. Caravagio foi um dos pintores Italianos mais atuante em Roma, Nápoles, Malta e Sicília, entre os anos de 1593 e 1610. É normalmente identificado como um artista Barroco, estilo do qual ele é o primeiro grande representante. Caravaggio era o nome da aldeia natal de sua família, que ele adotou como nome artístico.


Mesmo ainda vivo, Caravaggio era considerado enigmático, fascinante e perigoso. Nascido em Milão, onde seu pai, Fermo Merisi, era administrador e arquiteto-decorador do Marquês de Caravaggio. Michelangelo Merisi surgiu na cena artística romana em 1600.
 
Nunca lhe faltaram comissões ou patronos. Porém ele lidou com seu sucesso de maneira atroz. Uma nota precocemente publicada sobre ele em 1604, descrevia seu estilo de vida três anos antes: “após uma quinzena de trabalho, ele irá vagar por um mês ou dois com uma espada a seu lado e um servo o seguindo, de um salão de baile para outro, sempre pronto para se envolver em alguma luta ou discussão, de tal maneira que é bastante torpe acompanhá-lo.” (Floris Claes van Dijk; Roma, 1601.)



Considerado um farrista inconseqüente, ele tinha muitos problemas com a polícia, sem dinheiro, buscava brigas nos pulgueiros da cidade. Em 1606, mata um jovem durante uma briga e foge de Roma, com a cabeça a prêmio. Em Malta (1608) envolve-se em outra briga, e mais outra em Nápoles (1609), possivelmente um atentado premeditado contra a sua vida devido suas ações, por inimigos nunca identificados. No ano seguinte, após uma carreira de pouco mais do que uma década, Caravaggio estava morto, aos 38 anos.
 
 


Caravaggio tomava emprestada a imagem de pessoas comuns das ruas de Roma para retratar Maria e os apóstolos. Sua inspiração era entre comerciantes, prostitutas, marinheiros, todo o tipo de pessoas que não eram de nobre estirpe e que tivessem grande expressão, como suas obras retratam. Talvez tenha sido um dos primeiros artistas a saber conciliar a arte com o ministério de Jesus, que aconteceu exatamente entre pescadores, lavradores e prostitutas.
 

 
O artista levou este princípio estético às últimas consequências, a ponto de ter sido acusado de usar o corpo de uma prostituta fisgada morta do rio Tibre para pintar A Morte da Virgem. Esta foi uma das duas mais importantes características das suas pinturas: retratar o aspecto mundano dos eventos bíblicos, usando o povo comum das ruas de Roma.
 
 


A outra característica marcante foi a dimensão e impacto realista que ele deu aos seus quadros, ao usar um fundo sempre raso, obscuro, muitas vezes totalmente negro, e agrupar a cena em primeiro plano com focos intenso de luz sobre os detalhes, geralmente os rostos. Este uso de sombra e luz é marcante em seus quadros e atrai o observador para dentro da cena – como fica bem demonstrado em A Ceia em casa de Emmaus. Os efeitos de iluminação que Caravaggio criou receberam um nome específico: tenebrismo.
 
 


No fim do Renascimento, os grandes mestres caminhavam para uma visão mais obscura e realista das escrituras sagradas, como se vê principalmente em: A Conversão de São Paulo e no Martírio de São Pedro – afrescos de Michelangelo Buonarroti, realizados na Cappella Paolina, no Palácio Vaticano.
  


Detalhe da obra A Conversão de São Paulo e no Martírio de São Pedro

Formado em Milão, instalou-se em Roma por volta de 1592. Em 1599 realizou a decoração da capela de São Mateus, na igreja de S. Luigi dei Francesi, depois trabalhou para a igreja de Santa Maria Del Popolo e para a igreja de Santo Agostinho. Em 1606, perseguido pela justiça, após matar um homem em uma briga, acabou fugindo de Roma. Passou por Nápoles, depois por Malta e pela Sicília, onde pintou telas de lirismo transfigurado, como: A ressureição de Lázaro (Messina), na qual, sob o pavor de um imenso espaço vazio, um raio de luz rasante parece imobilizar o drama sagrado.
 
 
Voltava a Roma, quando morreu vítima de Malária. Caravaggio reagiu às convenções do maneirismo e opôs a elas uma pintura natural, direta, e até mesmo brutal, que por sua franqueza renovou a natureza morta (Cesta de frutas, Milão, Biblioteca Ambrosiana), e as cenas profanas (Baco Doente, Roma, Galeria Borghese), bem como os temas religiosos (Descanso durante fuga para o Egito). Os contrastes de forma e luz sublinham formas maciças que, na maior parte de suas obras, emergem vigorosamente de um fundo negro. A influência que deixou na Europa, através do Caravaggismo, foi muito importante.
 
 
Caravaggismo – Corrente pictórica originária da obra de Caravaggio, caracterizada pelo realismo das representações e pelo vigor dos contrastes de sombra e luz.
 

Assista ao vídeos com algumas obras e detalhes da pintura de Caravaggio

 

 


9 de dezembro de 2013

Brasileiro de Suzano no Louvre de Paris

Jefferson Cardoso Siqueira, 11, pinta quadro em sua escola, na zona rural de Suzano (SP). O garoto teve uma tela sua exposta no museu do Louvre, na França.

Brasileiro de 11 anos expõe quadro no museu do Louvre, na França 

Jefferson Cardoso Siqueira, 11, só foi uma vez ao museu, no parque Ibirapuera. A escola em que estuda não tem sala de artes, e nenhum quadro enfeita as paredes de sua casa. Isso não impediu, porém, o garoto de gostar de desenho e de ter uma pintura sua exposta no famoso museu do Louvre, que fica na França e abriga a "Monalisa" e outros quadros importantes.

"Quando falaram que iriam exibir meu quadro, todo mundo na escola começou a chorar. Eu não estava entendendo nada, nunca tinha ouvido falar do Louvre", diz o garoto, que mora na zona rural de Suzano (a 44 km de São Paulo).

O convite foi em 2012, mas o quadro chegou ao Louvre em outubro deste ano. Diva Pavesi, brasileira que promove a cultura do Brasil na França, visitou a escola estadual Helena Zerrenner, onde Jefferson estuda, para dar uma palestra.

Para presenteá-la, o menino foi convidado a pintar um quadro. "Foi o primeiro da minha vida. A professora de artes sugeriu que eu fizesse o 'Abaporu' com as cores do Romero Britto, porque a gente já tinha estudado os dois", diz. A palestrante decidiu incluir a obra em uma exposição no Louvre.

"Eu queria ter visto o quadro lá. Acho que Paris é toda iluminada", acredita o garoto, cujo lugar mais longe para onde viajou foi Cunha (a 231 km de São Paulo). "É o contrário da França, só tem mato."

A exposição não levou o garoto à Europa, mas lhe trouxe mudanças. "Vou pintar telas nas férias para a sala de casa ficar bonita." Animado, em 2014, fará cursos de pintura e de música.

 
 
O quadro de Jefferson exposto no Louvre é uma versão do "Abaporu" --uma das obras mais famosos de Tarsila do Amaral (1886-1973)-- com técnicas do pintor Romero Britto. A pintura ficou pronta em três dias.
 





6 de dezembro de 2013

Sugestões para presentear neste Natal by Aline Hannun

 
Detalhe da pintura
 
 
Lenços e echarpes em seda pura pintados a mão by Aline Hannun

Nesta Natal presenteie com bom gosto, charme e exclusividade. Quem não vai gostar de receber um lenço ou echarpe em seda pura pintada a mão. Tenha certeza. Sua lembrança será inesquecível!!!


 
Lenço seda pura 58 X 58 cm
 
 
 
Lenço seda pura 68 X 68 cm
 
 
 
Echarpe seda pura 1,45 X 35 cm


Para outras opções de estampas, tamanhos e preços.
 
Entre em contato: alinehannun@gmail.com