Sobre as Sombras na Aquarela

Tudo começou com as nuvens.

A ideia surgiu da necessidade de mostrar a evolução de uma pesquisa feita sobre monocromia através da técnica da aquarela e colagem.

Foi à partir do meu olhar nas nuvens que surgiu o "momento sombras na aquarela". Após a escolha do suporte, as imagens começaram a brotar em minha mente de forma aleatória, de modo claro e objetivo, facilitando o desenvolvimento do trabalho. O fundo branco do papel, muitas vezes em destaque, realça as nuances e sobreposições das camadas, contrastando tons claros e escuros, assim como a luminosidade, algumas vezes oscilante, mais ou menos intensa, que brinca, sugerindo formas, movimentos e até mesmo sensações, destacando as características da aquarela aliada à colagem.

As inúmeras possibilidades que o tema oferece, associadas à técnica, tráz como resultado a simplicidade da proposta que, destacando a cor pura, em contraste com o papel, evidencia um grande prazer em criar.

Aline Hannun

7 de agosto de 2012


AQUARELANDO



Hoje vamos contar um pouco sobre a  História da Aquarela


Aquarela é uma técnica antiga cujo aparecimento se supõe esteja relacionado com a invenção do papel e dos pincéis de pêlo de coelho, ambos surgidos na China há mais de 2000 anos.

No ocidente, o uso da técnica começou na
Idade Média, com Taddeo Gaddi, discípulo de Giotto. Ele viveu até 1366, e teria produzido uma série de desenhos aquarelados, feitos sobre papel tipo pergaminho.


Afresco de Taddeo Gatti

gaddi

O encontro de Joaquim e Ana por Taddeo Gaddi, 1338.


Foi com Albert Dürer (Nuremberg, Alemanha, 1471-1528), que a aquarela pode resistir ao tempo, já que ele deixou pelo menos 120 obras.




Albert Dürer. A Virgem e o Menino entre os animais. 1503.
Pena, nanquim e aquarela; 32,1 x 23,4cm.
Viena, Graphische Sammlung Albertina.



Somente no século XVIII é que a técnica passou a ser considerada como um método autônomo e independente, difundida em toda a Europa e reconhecida como a “Arte Inglesa”. Neste momento surgem nomes como Alexander Cozens, o poeta pintor William Blake, John S. Cotman, entre outros. 

A aquarela se tornara um hábito nas cortes européias, o que lhe dava certo “ar” de futilidade, de feminilidade espontânea e, embora surgissem novos pintores aquarelista, esta técnica começou a ser vista com preconceito.

William Turner foi sem dúvida quem melhor soube explorar as possibilidades da aquarela; e o que muitos desconhecem é que Turner produziu 19.000 aquarelas, o que lhe garante o título de maior aquarelista de todos os tempos.



Um pouco sobre Turner


John Mallord William Turner (1775-1851). Nasceu em Londres, Inglaterra, em 23 de abril de 1775. Reconhecido como um dos melhores artistas de paisagem, teve trabalho exibido quando ainda era um adolescente. Sua vida inteira foi dedicada à sua arte. Ao contrário de muitos artistas de sua época, ele foi bem sucedido ao longo de sua carreira.

Com 13 anos de idade fazia desenhos em casa e os exibia na janela da barbearia do seu pai. Aos 15 anos recebeu uma honra rara, um de seus quadros foi exibido na Royal Academy. Aos 18 anos já trabalhava em seu próprio estúdio e antes dos 20 anos já vendia desenhos para reproduções em série.

Veneza foi a inspiração de alguns dos melhores trabalhos de Turner e foi onde desenvolveu uma técnica particular de pintura traduzindo o que via em cenas de muita expressão cheia de luz de seus próprios sentimentos românticos.
A aquarela exerceu tamanha influência sobre Turner, a ponto de fazê-lo experimentar na pintura a óleo as mesmas possibilidades cromáticas, através da aplicação de camadas bastante delgadas e sobrepostas, com muita luminosidade.

Na velhice, Turner tornou-se excêntrico, não tinha amigos íntimos e não permitiu que ninguém o observasse enquanto pintava. Turner realizou algumas exposições, mas sempre se recusou a vender seus quadros.

Turner é considerado um dos fundadores da pintura da aguarela da paisagem inglesa, embora também seja conhecido por seus óleos. Algumas de suas obras mais famosas são: Dido Edifício Cartago, Burial at Sea, O Grande Canal, Veneza, Rain, Steam and Speed.




Dido Edifício Cartago, ou a Ascensão do império cartaginês, 1815;
Óleo sobre tela, 155,5  x  232 cm; National Gallery, Londres




Burial at Sea, 1842; Óleo sobre tela, 86,9 x 86,6 cm;
Galeria Clore para a coleção de Turner, de Londres




O Grande Canal, Veneza 1835;
Óleo sobre tela, 91,4  x  122,2 cm;
Metropolitan Museum of Art, New York



Conversa informal


A obra Rain, Steam and Speed (Vapor, chuva e velocidade) de Willian Turner, também faz parte da minha série Girassol. Dessa vez os girassóis estão nos arcos abaixo da ponte e ao lado, representando a locomotiva. Para criar um efeito de movimento no céu, apliquei papel de seda e colori com tinta acrílica.



Rain, Steam and Speed 1844; Willian Turner.
Oil on canvas, 90.8 x 121.9 cm; National Gallery, London.




Chuva, vapor e velocidade com Girassóis - Mista
0,55 X 0,65 cm - Aline Hannun


Saindo do Ateliê para o Universo da Aquarela

Essa é uma boa oportunidade para os artistas aquarelistas mostrarem seus trabalhos e para o público que quiser observar a técnica de perto.





Participem!!!




O UNIVERSO DA AQUARELA em sua sétima edição nos traz o que há de melhor e mais atual no campo da pintura em aquarela.


Dedicação com Qualidade é o tema da Jornada 2012, cujo objetivo principal é divulgar a aquarela e passar conhecimentos a todos os que se interessam pela arte, artistas, iniciantes, educadores e público em geral.

Salão do Universo da Aquarela com inscrições de 20 a 24/08/2012

A Jornada 2012 nos seus 11 dias de atividades constará de:

Exposição de aquarelas, 14 workshops, demonstrações, consultorias, palestras e laboratório experimental de aquarela.

Para informações, ver o regulamento do Salão e a programação completa do UNIVERSO DA AQUARELA “Dedicação com Qualidade”, 2012
acesse o site: www.universodaaquarela.com.br
Informações: (11) 98557-1400 ou (11) 5585-3689

ENTRADA FRANCA

Local: Espaço ECCO Associação Comercial de São Paulo - Distrital Centro

Rua Galvão Bueno, 83 – Liberdade (metrô), SP.

Data: 22/11 a 02/12/2012 das 10 às 17h - (inclusive sábados e domingos)

Comissão Organizadora do Universo da Aquarela: Coordenadora geral do projeto - Regina Y. Komatsu; Deli Ribeiro - Relações Públicas; Marilu Queiroz - Curadora e planejamento visual










Museum of Modern Art - MoMA - NY



O Museu de Arte Moderna (Museum of Modern Art), mais conhecido como MoMA, é um museu na cidade de Nova Iorque, fundado no ano de 1929 como uma instituição educacional. Atualmente é um dos mais famosos e importantes museus de arte moderna do Mundo.

A rica e variada colecção do MoMA constitui uma das maiores vistas panorâmicas sobre a arte moderna. Inicialmente o museu mantinha 8
pinturas e um desenho. Hoje conserva no edifício mais de 150.000 pinturas, esculturas, desenhos, modelos arquiteturais, imagens, fotografias e peças de design.


O Museu de Arte Moderna de Nova York é conhecido pela sigla MoMA // AP (AP)


A "Parede Desenhada", do artista Sol Lewitt, é refletida no chão do Museu de Arte Moderna em Nova Iorque. O lugar passou recentemente por uma reforma de US$ 425 milhões.


MoMA está localizado no Centro de Manhattan, New Youk City, na 11 West 53rd Street


Um pouco do Acervo do MoMA


Paul Klee. Laughing Gothic (Lachende Gotik). 1915

Paul Klee.
Alemão, nascido na Suiça. 1879–1940
Pintor, gravurista e gravador.



Expressionismo Alemão



Emil Nolde.
Alemão, 1867–1956
Pintor, gravurista e aquarelista.


Erich Heckel. Fränzi Reclining (Fränzi liegend). 1910
Erich Heckel
Alemão, 1883–1970
Gravurista, pintor. Estudou arquitetura em Dresden.



Vasily Kandinsky. The Archer (Bogenschütze) (plate facing page 14) from Onze Peintres (Eleven Painters): Taeuber, Kandinsky, Leuppi, Vordemberge, Arp, Delaunay, Schwitters, Kiesler, Morris, Magnelli, Ernst. 1949 (executed 1908-1909, reprinted posthumously).

Vasily Kandinsky.
Francês, nascido na Rússia. 1866–1944
Pintor, gravurista, aquarelista e pioneiro na teoria da Abstração.



Acesse o site.
Você vai encontrar um mundo de informações sobre as artes.
Imperdível!!!






Artistas pintam Tabus da Sociedade Tailandesa .



Uma exposição de dois jovens artistas em Bangcoc retrata assuntos que são tabus na sociedade tailandesa.

A série intitulada "Muddled" ("Atrapalhado") engloba sete pinturas de Anon Lulitananda e dez ilustrações de Poom Pechavanish.





Á direita está um homossexual com jeito feminino que compete em vaidade com a mulher ocidental, a obra de Anon Lulitananda é intitulada: Quem está seguindo quem?




A imagem retrata uma tradicional família tailandesa de origem chinesa. É comum aos homens de poder ter uma concubina. A amante aparece à direita, de cabelo cor de rosa, flertando com o filho do patriarca. As meninas tem olhos claros, o que sugere que são filhas de uma traição com estrangeiros ocidentais.



"O que vejo no dia a dia é o que pinto. Não invento", afirma Anon Lulitananda. "Acredito que a geração jovem está pronta para esse tipo de verdade da arte, embora os mais velhos fiquem confusos com a minha mensagem".

  
Já as obras do ilustrador Poom Pechavanish são emaranhados, com traços psicodélicos e formas humanóides abstratas.




As ilustrações de Poom Pechavanish tem traços psicodélicos, com formas humanóides abstratas. Essa se chama Pitiful Puppet (Fantoche Coitadinho).




As Imagens abstratas e, por vezes, amorfas de Poom Pechavanish tem forte apelo erótico, como na obra acima, "Boneca".



"Na nossa sociedade não se pode ser francamente agressivo, então eu disfarço a minha mensagem. Desenho coisas bonitinhas, mas que vistas de perto revelam outra história", explica o artista Poom Pechavanish.


A curadora da exibição Korakot Sridee, diz. "Eu recebo reclamações de pessoas que ficam ofendidas com esse tipo de arte", disse à BBC Brasil. "Mas aí eu explico o conceito do artista e eles passam a ver com outros olhos", completou.


Os dois artistas se dizem influenciados pela estética dos desenhos em quadrinhos japoneses, o mangá, e pelo movimento underground americano.


Os temas evidentes na arte da dupla, a pornografia e a prostituição são proibidos por lei na Tailândia, embora sejam amplamente toleradas e alimentadas pelo turismo sexual.

"A cultura tailandesa é rica em aspectos sexuais, mas acredito que a maioria das pessoas não fale sobre isso por achar que pode comprometer a boa imagem do país", explica a crítica de arte e ex-docente da Universidade Silpakorn Janice Wongsurawat.


 "Todo mundo sabe o que acontece, mas ninguém fala", conclui Wongsurawat.



6 de agosto de 2012








Um bate papo com Paulinho da Viola



Causos de um passado glorioso.



Os 70 anos de Paulinho da Viola começaram a ser comemorados no carnaval e seguem até novembro, mês em que ele nasceu (dia 12) e no qual cantará no Carnegie Hall (dia 28), em Nova York.

Nesta última sexta-feira, sua vida familiar, a carreira, dos momentos iniciais em que fazer música "era só festa" à profissionalização, as influências, pontos altos e baixos de sua trajetória foram abordados no depoimento rememorado pelo próprio, com o auxílio de amigos, à posteridade no Museu da Imagem e do Som - instituição que recolhe relatos de grandes artistas brasileiros desde 1966.

A procura por senhas para o pequeno auditório, onde couberam cerca de 70 pessoas, foi muito grande .

O público - fãs felizes por estarem tão perto dele - se surpreendeu com o lado contador de histórias de Paulinho.

A timidez e a modéstia estavam lá, mas ele se soltou ao recordar peripécias da infância ("fui o único menino da rua a ser pego pela radiopatrulha, o maior vexame da minha vida"), e também o motivo que o fez, em 1977, romper com a Portela, o que sempre preferiu não comentar: tudo se deveu a uma escolha de samba-enredo no esquema "cartas marcadas", seguida de declarações grosseiras por parte da escola, na linha "não precisamos dele".

Paulinho falou da relação com o violão, desde os 12 anos; do papel da batida de João Gilberto, à qual, como toda a sua geração, não ficou imune; dos festivais dos anos 60; do perfeccionismo extremo ("já deixei de cantar uma música por causa de um acorde"), e da dificuldade, até hoje, para escrever letra para melodia já pronta.

"Dá nervoso uma plateia pequena. Com plateia grande parece que não tem ninguém", confessou de cara. Sobre o ofício, disse que hoje não sente falta se fica sem tocar, cantar, ou compor. "Houve períodos em que pegava no violão todos os dias. Não faço mais isso."

A noção de que viveria daquilo viria só com o sucesso incrível de Foi Um Rio Que Passou em Minha Vida, em 1970. "Não era tão conhecido e estava na Cinelândia num dia de carnaval quando veio um bloco de milhares de pessoas cantando a música. E eu doido para alguém dizer: 'Olha ali o compositor!'"

"Gosto de recordar, é uma maneira de sentir", disse, ao fim.
 Paulinho e Ruy Fabiano negociam com a Cosac Naify uma biografia que conte isso tudo em mais detalhes.

Maiores sucessos: Dança da solidão, Foi um Rio que Passou em Minha Vida, Argumento, Guardei minha viola e Nada de novo, entre outros.

3 de agosto de 2012



Amigos do Blog

Hoje estou abrindo mais uma nova seção: MUSEUS que vai falar um pouco sobre a história do Museu e os principais Museus do Mundo. Será apresentado todas as quintas-feiras  junto com outras matérias.


História do Museu


A palavra “MUSEU”, de origem grega, significa “templo das musas”. Já era usado em Alexandria para designar o local destinado ao estudo das artes e das ciências.

International Concil of Museums, é hoje, a instituição que conserva coleções de objetos de arte ou ciências, para fins de preservação ou apresentação pública.

Os museus modernos foram criados no século XVII a partir de doações de coleções particulares como a de Grimani a Veneza.

O primeiro museu público foi criado na França, pelo Governo Revolucionário, em 1793: o Museu do Louvre, com coleções acessíveis a todos, com finalidade recreativa e cultural.


Um pouco sobre o Museu do Louvre.


Instalado no Palácio do Louvre, em Paris, é um dos maiores e mais famosos museus do mundo. Localiza-se no centro de Paris.

É onde se encontra a Mona Lisa, a Vitória de Samotrácia, a Vénus de Milo, numerosas obras-primas dos grandes artistas da Europa como Ticiano, Rembrandt, Michelangelo, Goya e Rubens, numa das maiores mostras do mundo da arte e da cultura humanas.

O museu abrange, portanto, oito mil anos da cultura e de civilização, tanto do Oriente quanto do Ocidente.

É impossível conhecer o Louvre num único dia, com suas oito seções e suas mais de 35.000 obras.

É o museu mais visitado do mundo, recebendo em 2011, 8,8 milhões de visitantes.




Mais informações sobre o Louvre, acesse:

http://www.louvre.fr








22ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo 

A feira acontece entre os dias 9 e 19 de agosto no Pavilhão de Exposições do Anhembi.

Como nas edições anteriores da Bienal, a programação prima pelo ecletismo. Há desde fenômenos da cultura pop a romancistas e acadêmicos consagrados pela crítica.

Entre os convidados internacionais confirmados estão a americana Cecily von Ziegesar, autora da série "Gossip Girl", o filósofo italiano Mauro Maldonato, o antropólogo francês Bruno Latour e o autor chileno Alejandro Zambra, destaque da última Flip.

Já a lista brasileira traz Cristovão Tezza, Milton Hatoum, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e os campeões de venda Thalita Rebouças ( Era uma vez minha primeira vez) e André Vianco (O caso Laura).

A programação da Bienal também vai prestar homenagens a Jorge Amado e Nelson Rodrigues - que completariam cem anos neste mês - e à Semana de Arte Moderna de 22.

O tema da 22ª edição da Bienal será: "Livros Transformam o Mundo, Livros Transformam Pessoas". A curadoria é de Antonio Carlos de Moraes Sartini, diretor do Museu da Língua Portuguesa, e dos jornalistas Paulo Markun e Zeca Camargo.

No Salão de Ideias, principal espaço de debate do evento, o comando será de Markun e Zeca Camargo fica à frente da programação voltada ao público jovem.

A programação inclue, apresentação de filmes, teatros musicais, banda de sopros, orquestra de cordas, teatro e literatura.

A estimativa é que 1.100 selos editorias participem da Bienal e que o número de visitantes chegue a 800 mil.


Para saber a programação completa, entre no site da Bienal.



22ª BIENAL INTERNACIONAL DO LIVRO DE SÃO PAULO
Quando: de 9 a 19 de agosto de 2012
Onde: Pavilhão de Exposições do Anhembi (Av. Olavo Fontoura, 1.209, Santana, S. P.)
Quanto: R$ 12,00




Rui Amaral na Av. Paulista




Mural de 36 metros de altura intitulado ”O Entusiasmo de Anakuma” fica na esquina da Av. Paulista com Brigadeiro Luiz Antônio.



Com um mural no túnel da Av. Paulista, uma obra no Parque Mário Covas, e agora o novíssimo mural da Av. Paulista. Rui Amaral tem um público diário de mais de 1,2 milhões de pessoas que circulam pela região.

Rui Amaral é artista plástico e pinta na rua desde garoto. Mostra orgulhosamente uma foto de 1983 quando pintou com spray à mão livre um personagem na parede de uma casa próxima à Praça Villaboim, ao lado da FAAP, onde estudou em companhia de Jac Leirner, Leda Catunda, Theo Werneck e outros artistas.

Ao invés de envolver-se em polêmicas sobre o que é ou não é graffiti, ou em discussões sobre a arte de rua e movimentos urbanos, Rui prefere deixar o seu trabalho falar por ele, e celebra o momento: “é um sonho pintar algo deste tamanho”.

Rui Amaral é natural de Jaú (interior de São Paulo), está há 30 anos no mundo das artes, viveu repressões durante a ditadura, avalanches culturais na década de 80, e finalmente, a liberação do grafite como forma de arte e expressão nos dias de hoje.

Para o artista independente do estilo do desenho, grafite é sempre uma atitude!  Por curiosidade, a palavra é derivada do italiano Sgraffito que significa; rabisco, ranhura.

Rui Amaral, começou a fazer vinhetas, design gráfico, websites, animações no computador e assim, ganhou o mundo! Fez desde cenários para a Rede Globo até grandes manifestações artísticas como o Beco do Batman, em parceria com outros artistas.

Apaixonado pela arte,  o artista quer espalhar mais amor pela cidade. Seu novo projeto Mr. Love está por São Paulo, para inspirar a todos. Aliás, a paixão muda o estado de espírito das pessoas, quem sabe não muda o da cidade?




Um pouco do seu trabalho


Detalhe do painel na Av. Paulista



O personagem Bicudo


Rui Amaral enquanto criava mais um mural de uma escola pública no Jaguaré, S.P.




Mais informações, acesse: